sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Há Luz no fim do túnel

Publicado por Fatima dos Anjos em 18 novembro 2017


"A maneira mais fácil e eficaz de dissolver esse (e na verdade, qualquer) programa mental é a técnica de compensação "...

A grande maioria do sofrimento tem raiz no chamado implante primário. O implante primário é o implante que todos recebemos na nossa entrada na quarentena da Terra há muitos milhares de anos. Este implante está posicionado no lobo frontal do cérebro, no plasma e no plano etérico - e tem a mensagem principal de que estamos separados da Fonte/Amor/Luz. Esta desconexão primária da Fonte atrai situações que refletem essa desconexão e criam mais sofrimento.

Uma vez que o nosso livre arbítrio se alinha ao implante, as forças da Luz não podem intervir na nossa vida, as orações não recebem resposta, a proteção é perdida, a confiança desaparece.

Esses implantes foram criados pelo grupo chimera há milhões de anos e foram reforçados pelo chimera no Grande Esquecimento de 1996, para evitar a ascensão planetária. Quando uma massa crítica desses implantes é dissolvida, toda a realidade construída de dualidade/maldade/sofrimento entrará em colapso e a Luz retornará.

Numa escala individual e coletiva, a chave para resolver esta situação é principalmente estarmos cientes da existência desses implantes.

A simples consciência do implante e do programa mental associado a ele acelerarão a sua dissolução. Então, as forças da Luz poderão intervir nas nossas vidas de forma mais direta e os pedidos e orações serão mais facilmente respondidos:

http://www.loveinactionnow.com/another-collective-request-…/

A maneira mais fácil e eficaz de dissolver esse (e na verdade, qualquer) programa mental é a técnica de compensação trazida à humanidade por Charles Berner (Yogeshwar Muni):

https://www.amazon.com/Mind-Clearing-Key-Mindf…/…/1849053073

Para resumir, podemos dissolver este programa mental, desassociando o nosso Eu do programa. Isso pode ser feito colocando a nossa mente alternativamente no estado associado ao programa (ou seja, estou separado da Fonte) e o seu oposto (eu sou um com a Fonte). Se você, alternadamente, fizer essas afirmações polares (talvez 10 minutos por dia), a sua mente irá desassociar-se de ambos os estados mentais polares (separado da Fonte/um com a Fonte) e o programa mental começará a ser derrubado, o plasma rotativo dissipa-se, o implante dissolve-se e a sua conexão com a Fonte/Amor/Luz será naturalmente reintegrada.

Você precisa estar ciente de que também a polaridade dupla positiva do programa na sua mente (eu sou um com a Fonte) irá se dissipar e será substituída por conexão genuína com a Fonte.

Há uma enorme diferença entre uma crença mental na conexão com a Fonte e a própria conexão real.

A Resistência (Equipe das Forças da Luz) também comunicou que, para diminuir o sofrimento, você precisa criar momentos positivos todos os dias.

Os métodos simples para isso incluem 1) passar o tempo na natureza, 2) concentrar-se em algo lindo e inspirador, 3) ter um passatempo, 4) diminuir a sua exposição aos meios eletrônicos, o que inclui menos exposição a sites, 5) ouvir música , 6) gastar tempo de qualidade com outras pessoas ".

Você pode ler esta atualização completa aqui; Return to Light: http://www.sementesdasestrelas.com.br/…/cobra-o-retorno-da-…

Precisamos de um foco agora ao encontrar e permanecer num estado de segurança interna. Paz e mais paz ao nosso redor. Ao escrever essas palavras, lembro o Arcanjo Miguel... A paz que precisamos é uma sensação bem fundamentada de paz terrena. Ao encontrar e permanecer num sentido de paz fundamentado agora, estamos a ser preparados para qualquer experiência de natureza espiritual emocional que possamos experimentar no momento do Evento.

Qualquer situação desarmoniosa nas nossas vidas que tenha sido tolerada desde há muito tempo deve terminar AGORA. Se permitirmos que a desarmonia nos afete regularmente, as coisas só podem degenerar. É hora de estabelecer limites.

Mensagem completa em: http://www.sementesdasestrelas.com.br/…/therese-zumi-summer…

https://www.facebook.com/vilma.capuano



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Amppliando o poder do observador

Publicado por Fatima dos Anjos em 18 novembro 2017 às 22:38 em ECOLOGIA INTERIORBack to ECOLOGIA INTERIOR Discussions


By Prof. Horácio Frazão

O Poder Quântico do observador é algo natural, é uma função da sua consciência, uma vez que a existência da matéria exige que uma mente esteja presente, caso contrário nada existe. Isto é uma perspectiva revolucionária. Se a nossa realidade depende da atividade de nossa mente, um raciocínio simples e lógico é: se eu mudar a forma da minha atividade mental eu altero, portanto, a realidade.

Esta alteração na realidade significa mudar a cadeia de eventos que te levam a uma realidade almejada. Experimentar uma realidade envolve tornar a possibilidade uma experiência consciente. O poder do observador pode ser amplificado se o seu nível de observação for forte o bastante, isto requer desenvolver um foco maior e aumentar o nível da sua energia.

Sempre que você acorda para começar o seu dia, o mundo lá fora até que você o observe é uma grande superposição, ou seja, vários estados potenciais de realidade.

Como você se prepara para observar o seu mundo quando acorda? Em outra palavras, qual o tipo de pensamento que você desencadeia logo cedo? Ir para a luta? Ter que matar um leão? Enfrentar as dificuldades? Resolver problemas? Ou se abrir para o campo das possibilidades infinitas?

O poder do observador representa a possibilidade de criarmos além das nossas rotinas e despertar cada vez mais o maior número de possibilidades para ampliar a nossa realidade. Se você realmente entender isso que expus, você estará realmente adotando o paradigma quântica na prática da sua vida. Um observador modifica o estado potencial de uma partícula. Uma partícula tem vários futuros possíveis.

Quando um observador olha uma partícula ele decide o futuro que ela irá viver. Você é um participante desta experiência.

Descobri algo realmente essencial. Quando uma pessoa, por exemplo, se determina a parar de fumar ela inicia e opta por começar uma mudança de estilo de vida em sua rotina para superar o vício em tabaco. No entanto, quando ela não consegue ela se convence de que não teve força de vontade suficiente.

É aqui que se encontra a chave. É claro que faltou força, energia, mas não de vontade. É necessário um nível de energia alto para que o ato quântico da observação tenha realmente o poder de interferir na realidade de forma consistente e plasmar uma nova realidade, seja ela qual for e superar o padrão repetitivo.

Para tal, é fundamental incrementar o potencial de energia para expandir o poder do observador. As pessoas ficam muito preocupadas em manifestar uma nova realidade, mas se descuidam quanto ao seu potencial de energia, ao ponto de chegar ao nível crítico, ou seja, estresse agudo. Abaixo alguns hábitos que enfraquecem o poder do observador.

1 – Discussões improdutivas / Reversão: Lembre-se que quem quer ter razão é o seu ego. Seu espírito quer estar em paz.

2- Dormir pouco ou dormir em excesso. / Reversão: Preze por uma boa qualidade de sono, procurando não dormir muito tarde.

3- Excesso de atividade mental( pensar demais)/ Reversão: Crie um espaço para ficar em silêncio. 5 minutos por dia, para começar, irá fazer grande diferença. Apenas feche os olhos, sozinho e preste atenção em sua respiração. Quando inspirar, projete um pouco o abdômen, quando expirar retraia. Isto produz rapidamente uma desaceleração mental.

4 – Julgar e criticar as outras pessoas e a si mesmo / Abstenha-se de julgamentos e críticas, prestando atenção no momento em que o impulso automático do julgamento surge.

5- Queixar-se. A queixa cria lastro que o mantém preso na realidade problemática. 6- Ansiedade / Reversão: aumente a sua fixação em seu corpo, lembrando da sua respiração várias vezes ao dia. Isto irá lhe ajudar, gradualmente, a ficar em seu corpo e não no futuro.

6- Pouca ingestão de água. A água é uma interface fundamental entre mente e corpo, ela armazena informações, veicula e renova. Um corpo desidratado exigirá muito mais energia da sua consciência para compensar o seu funcionamento do que um corpo realmente bem hidratado. Parece que o imprint da criação, a semente de uma nova realidade, usa a água como meio de armazenamento e a comunicação cerebral funciona melhor em um ambiente biológico bem hidratado / Reversão: Ingira mais água proporcional ao seu peso. Faça o seguinte cálculo e encontrará quanto precisa ingerir: 0.035 x “SEU PESO''.

6 – DORMIR POUCO. O sono é uma fenômeno essencial para fortalecer a sua mente e contatar a dimensão da consciência quântica. Além de regular a sua saúde psicofísica / Reversão: Procure dormir com constância a partir das 23:00, pois assim, você aproveitará o ciclo da Melatonina, um hormônio essencial que regula o seu calendário neuroendócrino e quebrará o ciclo vicioso do estresse que reduz o seu poder de criação de realidade. Incorpore esses hábitos e verá que naturalmente o seu poder de observação, bem como a sua mente ganhará mais eficiência quântica em mudar sua realidade.



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Você é especial mas não é importante

Publicado por Fatima dos Anjos em 18 novembro 2017 às 22:33 em ECOLOGIA INTERIORBack to ECOLOGIA INTERIOR Discussions


Por Prof. Horácio Frazão.

Normalmente nos sentimos importantes a partir da aquisição de novos pensamentos que nos dizem que somos alguma coisa. Eu sou isso, eu sou aquilo, eu tenho isso, eu tenho aquilo. Tudo isso é pensamentos que se aglomeram e que o colocam num modo de ilusão que reforçam apenas um falso senso de identidade de um pequenino eu rabugento que tem fome de pensamentos e memória para se manter existindo. Mas há algo muito maior e real que não precisa sequer de um só pensamento, seu Eu informe, O observador em você, a consciência.

Você quando experimenta o estado informe, quando consegue sentir a vida a partir desta perspectiva pura, percebe e constata que você não precisa da importância, pois você apenas É. Neste estado você descobre que não é importante e, sim, especial, pois você é um aspecto singular da criação. Qual é o tamanho dos seus problemas e dramas? Qual a intensidade do seu sofrimento? O Ponto que vê indicado pela seta na foto abaixo é o planeta Terra no qual a sua vida se desenrola. O feixe dourado é apenas uma fração de um raio solar que banha a Terra. O quanto você vive e o quanto você sofre?

Está levando tudo a sério? Você acha mesmo que você e seus problemas são importantes?

O universo lhe codifica como parte de si, e não como pessoa, logo para o universo seus dramas e problemas pessoais nunca existiram, eles só existem em sua cabeça adestrada para resistir ao que tudo pode ser.

O grau de importância que julga ter e o quão importante são os problemas que julga ter é uma simulação que está ocorrendo só na sua mente.

Aquele que sofre esses problemas, seu eu contraído, ego, está sempre em busca de razões e motivos que justifiquem o por que ele sofre. Lembre-se, quando deixar este plano, o único vestígio que irá restar é o espaço de poucos centímetros entre a data de seu nascimento e a data da sua passagem na lápide. Em menos de 50 anos ninguém lembrará deste eu transitório, desta identidade móvel. Viva e desfrute a vida.

Você não está aqui para sofrer e nem para ser algo para alguém ou para o mundo. Você está aqui para ser o que pode ser e realizar a sua alma. Portanto, seja responsável mas não seja sério''.



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A Ciência do Todo: Integrando Matéria e Espírito


Publicado por Fatima dos Anjos em 19 novembro 2017


A ciência atualmente é uma faca de dois gumes. De um lado, aponta para uma realidade maior. Por outro lado, bloqueia inconscientemente nossa experiência direta dessa realidade maior. Para entender isto, vamos ver uma pequena explicação.



Desde o “O Tao da Física” de Fritjof Capra da década de 1970, tem havido livros que descrevem paralelos impressionantes entre a realidade descrita pela nova física e a realidade descrita pelos místicos. Ambos falam sobre interconexão, integridade, a “dança da energia” e o papel crítico da consciência. Ao mesmo tempo, a ciência tende a bloquear certos tipos de realidade porque ela se limita ao conhecimento do físico. Observa e estuda apenas os aspectos físicos do mundo e do ser humano.



Embora alguns cientistas tenham tentado levar a ciência além do reducionismo e para o holismo, ela permanece firmemente enraizada no físico. Continua a acreditar que a realidade física é a única realidade possível. Eu suspeito que isto está na raiz de nossas grandes crenças limitantes, por exemplo, que o universo começou sem motivo aparente, que a vida evoluiu por acaso neste planeta e que não temos existência antes da concepção e após a morte.



Se no entanto, estendermos a gama de faculdades humanas que usamos na busca do conhecimento, o próprio conhecimento se estenderia de acordo. Se isto acontecesse, nossas crenças sobre a natureza do Universo e da humanidade se transformariam. Isto é significativo porque são nossas crenças que determinam nossa vida, nossa economia, nossa política, nossa educação, nossa ciência, nossa cultura, nossos relacionamentos, nosso estilo de vida e muito mais. Mude suas crenças fundamentais, que você muda de pensamento e de comportamento. Enquanto isto, vamos examinar por que a ciência atual é efetivamente “a ciência do físico”.



Ciência do Físico

A ciência nasceu quando se tornou possível observar e medir as coisas com mais precisão. O telescópio e o microscópio desempenharam papéis centrais, mas também foram importantes os relógios, termômetros e balanças de precisão. Ser capaz de fazer isto trouxe muitos benefícios, e mudou nossa vida de maneiras importantes. Mas havia um preço a pagar. Foi apenas um pequeno passo entre ser capaz de observar melhor, quantificar coisas físicas e acreditar que se algo não fosse fisicamente observável ou quantificável, não era realmente importante ou talvez não existisse. De um golpe, toda uma série de experiências humanas foram empurradas para a margem.



Ao longo do tempo, a ciência tornou-se cada vez mais a ciência do físico, porque o conhecimento que ela gerou era sobre os aspectos físicos do Universo, os aspectos físicos do nosso planeta natal e os aspectos físicos do ser humano, com a exclusão de todos os outros aspectos. O problema surge porque a maioria dos cientistas em grande parte do mundo, acreditam que a ciência está explorando todos os aspectos possíveis do Universo e do ser humano.



Embora a ciência divulga muito coisa útil sobre o mundo e sobre nós mesmos, ela não nos fornece a imagem completa. É “a ciência de uma parte”. Existem dois motivos para isto. O primeiro é que o conhecimento científico está sempre mudando. Apesar das afirmações de alguns de que estamos perto de produzir uma “teoria do todo” ou de “conhecer a mente de Deus”, é importante lembrar que a história da ciência está repleta de cadáveres de “fatos difíceis” que tiveram que dar lugar a novos “fatos difíceis” à medida que fazemos novas descobertas. Isto é bem ilustrado pela nossa compreensão da natureza da matéria.



Ao mesmo tempo, em que somos convencidos de que tudo consiste em pequenas coisas sólidas que decidiram chamar de “átomos”, porque acharam que não poderia haver nada menor. Isto é o que a palavra “átomo” implica. Essa crença finalmente teve que ceder quando descobriram que os átomos eram consistidos de coisas ainda menores que decidiram chamar de “prótons”, “nêutrons” e “elétrons”. Por algum tempo, essa foi a “verdade” científica até que foi substituída por outra “verdade”, que prótons e nêutrons são construídos de coisas ainda menores, que podem não ser coisas, mas “probabilidades” ou “tendências de existir”.



Este processo de fatos que estão sendo substituídos por fatos mais recentes, é improvável que pare, e não existe motivo para supor que os fatos do início do século XXI sejam mais sacro santos do que os de qualquer outro período. Se fossem, acabaríamos por chegar ao ponto em que não existe mais para descobrir e aprender. Este seria o êxtase final, um tédio total. Independente de qualquer outra coisa, isto simplesmente não soa como verdade, ao lado dos assuntos diários humanos. Se como espécie, não conseguimos viver em paz e harmonia uns com os outros e com o planeta, afirmar que em breve saberemos quase tudo sobre qualquer coisa, soa como algo sem sentido. A probabilidade é alta de que o que conhecemos atualmente seja totalmente superado pelo que ainda não conhecemos.



A segunda razão pela qual a ciência é uma forma parcial de conhecimento é porque como todas as outras formas de conhecimento, a ciência depende dos meios para adquiri-lo. E nós é que somos os meios ! Somos nós quem adquirimos o conhecimento. Se utilizarmos todos nós para adquirir a busca do conhecimento na ciência, ela refletiria isto. Seria a ciência do todo. No entanto, se utilizarmos apenas uma parte de nós, o conhecimento científico será correspondentemente limitado. Será a ciência de uma parte. Se utilizamos quase que exclusivamente as partes físicas e intelectuais de nós mesmos na busca do conhecimento científico, a ciência vai refletir isto. É o conhecimento do físico e do racional. Se no entanto, utilizarmos partes de nós mesmos que quase nunca são usadas atualmente, como outras formas de consciência, nossa compreensão de quem somos e do que é o Universo, mudaria todo o nosso conhecimento. Antes de dizer algo sobre isto, vale a pena analisar por um momento a influência da ciência.



A Visão Dominante do Mundo

Em teoria, a ciência não tem uma visão de mundo, porque ela se baseia somente em evidências. Na prática, é correto dizer que as principais crenças da ciência são:



O Universo e tudo, incluído ele, é físico e somente físico. Os cientistas até falam sobre um Universo que consiste apenas em “energia”, mas não deixa dúvida nenhuma de que acreditam que esta energia seja física.

O Universo e tudo nele podem ser pensado como uma máquina.

O Universo não tem significado ou propósito intrínseco. Muitas coisas acontecem apenas por acaso.

A matéria é primária, e a consciência é secundária.

A causação é ascendente, no sentido de que se acredita que a “realidade primária” está no nível das coisas mais pequenas, como ondas e partículas.

Este conjunto de crenças tornou-se tão influente que todas as alegações metafísicas, religiosas e filosóficas que a contradizem tendem a ser rejeitadas. O fato é que estas crenças persistem apesar das descobertas na física e biologia que sugerem que o Universo é qualquer coisa menos uma máquina, que o "acaso" pode estar apenas no olho do espectador e que o Universo é rico em significado intrínseco. No entanto, à medida que a ciência continua a insistir, que o Universo começou de repente sem motivo “Big Bang” e a vida neste planeta surgiu por acaso, então o mundo em que a ciência insiste em acreditar deve ser realmente sem sentido.



Estas crenças estão causando todos os tipos de problemas para a ciência e os cientistas. Por exemplo, eles empurraram a experiência espiritual e o paranormal para uma caixa rotulada de: “Interessante, mas estranho. Que eu devo ignorar”. No entanto, o que acreditamos fortemente determina o que valorizamos. Se nossas crenças fundamentais são de que o Universo é pouco mais do que uma máquina altamente complexa, que consiste inteiramente em fisicalidade e que nós, também, somos pouco mais do que máquinas complexas, então nossos valores refletirão estas crenças. Serão valores mecânicos/materialistas, o que significa que tenderemos a dar alta prioridade às coisas materiais e à tecnologia. Certamente, não é por acaso que o consumismo e as novas tecnologias são as principais interesses no mundo, e que os especialistas financeiros e os especialistas em tecnologia são os novos sacerdotes.



Usei o termo “físico” como se o seu significado fosse evidente. Mas talvez seja necessário alguma explicação.



O Físico

Algo é físico se pode ser percebido por um ou mais dos nossos cinco sentidos físicos (visão, audição, etc.). O fato de não poder ser percebido diretamente porque está muito distante (uma galáxia distante) ou é muito pequeno (uma bactéria), ou muito sutil (uma onda de rádio). Para superar isto criamos uma extensão tecnológica aos nossos sentidos. Podemos perceber o muito distante com telescópios, o muito pequeno com microscópios, e o muito sutil com radar, rádio e outros dispositivos. O ponto a observar é que pelo menos um dos nossos cinco sentidos deve estar envolvido para algo ser definido como físico. Por definição, então, o não-físico é qualquer coisa que não pode ser percebida por nenhum dos nossos cinco sentidos, com ou sem a ajuda de tecnologia.



É assim porque a maioria dos cientistas e muitos dos seus admiradores normalmente não admitem a existência de modos de percepção além dos sentidos físicos, não admitem a possibilidade de outras formas de realidade, que podem ser generalizadas como “não físicas”. Eles continuam a acreditar que o Universo físico é um e o mesmo em todo o lugar. O erro que eles cometem é usar o seu “mapa” extremamente limitado para interpretar um mundo que não só transcende as limitações deste mapa, mas também transcende a compreensão de qualquer um de nós.



Os cientistas confiam exclusivamente em uma forma de percepção, seus sentidos físicos e extensões destes sentidos, para explorar o mundo. Talvez precisemos lembrar de que se usarmos apenas uma forma de percepção, a física, para ver e entender o mundo, o mundo responderá de acordo, parecendo ser somente físico e nada mais. Se usarmos outra forma de percepção, o mundo parecerá diferente. Isso é análogo ao ver o mundo através de diferentes lentes coloridas. Se olharmos através de uma lente vermelha, o mundo parece ser vermelho. Se olharmos através de um azul, parece ser azul. A realidade muda de acordo com a “lente” que usamos para vê-la.



Não há dúvida de que a “lente” física se tornou a lente de preferência quase universal. Eu digo “quase” porque existem algumas pessoas que são capazes de usar outras “lentes”, além do físico. Em outras palavras, eles têm acesso a outras formas de consciência. O mundo que elas experimentam é mais rico e mais extenso, porque eles experimentam o físico e o não físico. Mas temos que perguntar por que a “lente” física tornou-se a lente da preferência universal. Eu acredito que é porque para a grande maioria das pessoas, a “lente” não física ficou adormecida, por falta de uso ao longo de milênios. E acredito que existem boas razões para isto, mas está além do escopo deste artigo. O fato é que a maioria das pessoas hoje provavelmente não sabe nem mesmo que tal “lente” existe. No entanto, o que muitas pessoas têm é um vislumbre ocasional e fugaz do como seria se usassem suas “lentes” não físicas. Isso acontece quando elas têm tipos particulares de “experiências extraordinárias”.



A maioria de nós tem experiências extraordinárias de tempos em tempos. Pode ser um sonho vívido ou um poderoso senso de estar totalmente ligado a toda a criação, ou um sentimento de certeza absoluta de que acabamos de conhecer o amor de nossa vida. Embora cada um deles seja extraordinário, eles não são tão extraordinários, no sentido de que eles não representam uma ameaça à visão de mundo da ciência. Ela não leva em conta estas experiências. Por outro lado, existem diferentes tipos de experiências que muitas pessoas têm pelo menos uma vez em suas vidas. Estas incluem a telepatia, a precognição, a cura a distancia, a clarividência, uma experiência próxima à morte ou uma experiência fora do corpo. Isto não pode ser explicado pela ciência. Mas ela vai além disso. A ciência os rejeita ativamente não só porque acredita que são impossíveis, mas principalmente porque ameaçam sua visão de mundo. Eles são realmente impossíveis do ponto de vista da ciência do físico, mas isto é apenas porque a ciência tornou-se uma forma limitada de conhecimento. É porque a ciência vê o mundo através da “lente” do físico.



O Não Físico

Se queremos experimentar e compreender os aspectos não físicos de nós mesmos e do mundo, primeiro devemos desenvolver os meios para fazê-lo. Na prática, isso envolve desenvolver e usar formas de consciência que estão inativas na grande maioria das pessoas. O processo real de despertar e treinar esta “consciência adicional” não é fácil. É tanto um treinamento de caráter geral quanto um treinamento específico para poder experimentar a vontade o que possamos ter experimentado de forma aleatória e não frequente, sob a forma de uma experiência extraordinária. Se tivéssemos experimentado tal treinamento, o alcance de nossa percepção aumentaria consideravelmente e acredito que nossas vidas mudariam como consequência. Penso que vale a pena tentar imaginar algumas das mudanças.



Primeiro, experiências extraordinárias como a telepatia e a clarividência se tornariam uma parte normal e aceita de nossas vidas diárias. Isto sozinho mudaria muito sobre o que acreditamos ser verdade e possível. E isto por sua vez, certamente levaria a mudanças no nosso comportamento e no nosso estilo de vida.



Em segundo lugar, aprenderíamos sobre aspectos do Universo e do ser humano que desconhecemos completamente. O que pensamos hoje como fatos científicos indiscutíveis é o resultado da consciência (física) limitada. Isso mudaria a nossa compreensão de quem somos, como seres humanos, por que estamos aqui e do que somos capazes.



Em terceiro lugar, teríamos algo muito diferente para levarmos a sério. O que quero dizer com isto ? No momento, a maior fonte de seriedade do mundo é se preocupar, ou tentar resolver, os enormes problemas que continuamos criando para nós mesmos. Basta pensar na quantidade de tempo, dinheiro e energia dedicados para tentar resolver problemas. O fato de que muitas pessoas parecem derivar seu senso de importância em ter problemas para lidar, sugerindo que existe um interesse generalizado, embora inconsciente, em ter um suprimento confiável de problemas para lidar no futuro. Isto certamente age contra qualquer tentativa séria de resolver nossos problemas de uma vez por todas. Se no entanto, fizéssemos uso de nossas habilidades internas, veríamos que existem coisas muito diferentes para levarmos a sério, fontes muito diferentes de significado e propósito, que não têm nada a ver com problemas. Eu acredito que depois de deixarmos de ser uma raça criadora de problemas nos tornaremos uma raça que melhora a vida.



Conhecimento Esotérico

Gostaria de dizer algumas palavras sobre “conhecimento esotérico” porque acredito que terá um papel importante na “ciência do todo”. Em essência, o conhecimento esotérico é uma descrição coerente dos aspectos não-físicos da humanidade e do mundo, com algumas orientações sobre como se comportar e desenvolver com base nesta descrição. Provavelmente, as obras modernas mais conhecidas são a “Occult Science” de Rudolf Steiner, “A Treatise on Cosmic Fire” de Alice Bailey e as obras de Helena Blavatsky. Existem outras de diversas culturas, principalmente a Índia, o Egito e o Tibete, mas estão repletas de metáforas e simbolismos, enquanto os três escritores que mencionei tentam descrever o não-físico nos conceitos e na linguagem moderna.



É muito útil recorrer ao conhecimento esotérico e às tradições espirituais do mundo. Mas precisamos dar uma nova olhada neles. Precisamos estar seguros do que entendemos ser verdade. Precisamos saber quais fatos dentro destas tradições são verdadeiros, quais são parcialmente verdadeiros e quais são falsos. Isto implica em encontrarmos formas de verificar diretamente com nós mesmos, por isto a necessidade de despertar e treinar nossos “sentidos internos”. Quando fizermos isto, poderemos adicionar o conhecimento não físico (espiritual) , com o nosso conhecimento físico (ciência) que está evoluindo constantemente. Ao fazer isso, o que a ciência atualmente considera como não mensurável, ou mesmo impossível, será finalmente visto como mensurável e possível.



A Ciência do Todo

Embora seja impossível saber exatamente como a ciência do todo se desenvolverá, é possível dizer algo sobre seus principais “blocos de construção”. Na minha opinião, eles serão:



Estar aberto à possibilidade de que o Universo e os seres humanos tem aspectos não-físicos, bem como físicos.

Estar aberto à possibilidade de que todos nós temos “sentidos internos” adormecidos que quando despertados e treinados, nos darão acesso direto aos aspectos não-físicos de nós mesmos e do Universo.

Estar aberto à possibilidade de que o conhecimento esotérico, na forma de livros modernos (por exemplo, Steiner) e tradições antigas, descrevem e explicam algumas características do não-físico.

A disposição e a capacidade de ver conexões entre a ciência (por exemplo, algumas ideias na física quântica) e o conhecimento esotérico. O trabalho seminal de Capra foi mencionado, mas já houve muita exploração nesta área.

Novos conceitos mais amplos, que poderão acomodar novas e diferentes formas de conhecimento. Por exemplo, precisamos expandir o significado de “energia”, “universo”, “vida” e “espírito”, para citar apenas alguns.

Conclusão

Se quisermos preencher o vácuo espiritual criado pela ciência que apesar da perda de suas raízes espirituais, continua sendo útil para descobrir novos fatos e autenticar os existentes na visão física. No entanto, assim como os cientistas, as ferramentas atuais evoluíram para penetrar nos segredos do físico, então os cientistas do futuro irão evoluir as ferramentas para penetrar no não físico. Isto possibilitará o desenvolvimento de formas de percepção ainda não utilizadas efetivamente, nossos “sentidos internos”, até o ponto em que eles também serão tão úteis na busca do conhecimento e compreensão como os nossos cinco sentidos físicos familiares.



Também é importante reconhecer que nem a ciência física nem o conhecimento esotérico podem sozinhos nos dar a imagem completa. Cada um é uma forma parcial de conhecimento. Mas uma vez que ambos falam sobre o mesmo Universo e o mesmo ser humano, embora sob perspectivas diferentes e usando diferentes formas de percepção, eles são por definição, complementares um ao outro. Eles têm, portanto, o potencial de enriquecer e melhorar um ao outro.



Nada disso é provável que aconteça em breve. As pessoas não abandonam facilmente as crenças e os hábitos de uma vida, especialmente se essas são fontes de status, renda e segurança. Mesmo assim, as condições necessárias para o desenvolvimento e aceitação de uma ciência do todo já estão começando a surgir. Elas incluem:



Um grande número de pessoas estão reagindo ao materialismo grosseiro do nosso tempo, e estão procurando maneiras de viver de forma mais espiritual e ecologicamente correta.

O desenvolvimento pessoal, em todas as suas formas, está crescendo constantemente em popularidade. Muitas pessoas comprometidas com isto percebem que vai muito além do “sucesso” ou “objetivos de vida”. O desenvolvimento pessoal é, em última análise, sobre o desenvolvimento completo de você, todo o seu potencial, e isto certamente inclui partes de você que você ainda não descobriu, como as partes não-físicas.

Apesar de todas as suas realizações, a ciência não consegue responder às grandes questões e dar um significado mais profundo a vida. Muitas pessoas sentem isto e estão procurando maneiras de ultrapassar a visão limitada da ciência.

Embora não seja possível prever quando surgirá a ciência do todo, estou certo que surgirá algum dia. Quando isto acontecer, a compreensão de quem somos, de onde viemos e para onde vamos, mudará a todos profundamente. A vida para todos nós será muito diferente e muito mais gratificante.



©Chris Thomson



Origem: newdawnmagazine



Tradução e Divulgação: A Luz é Invencível ☼

terça-feira, 21 de novembro de 2017

O ritmo infantil não é como o do relógio


“Quando não respeitamos o RITMO da criança, ela se sente menos capaz, menos rápida, menos esperta, começa a dizer “NÃO CONSIGO” e aí vai gradativamente anulando, dessa forma, o valioso sentido do ritmo infantil: a genuína capacidade de serem cientistas natos, onde observam, se interessam, exploram, questionam, descobrem e desfrutam dessa descoberta de mundo toda delas..”
Percebi que meu ritmo não precisava ser o mesmo da minha pequena filha numa quinta feira dessas qualquer, dia em que ela tem uma atividade no clube (ballet). Antes de começar esse post, gostaria de ressaltar que sempre fui adepta ao movimento do “slow parenting” (pais sem pressa), que repudia o fato de muitos verem na infância uma corrida rumo à perfeição, onde crianças são cheia de atividades, viram “mini executivos” e mal tem tempo para o mais importante na vida deles – o livre brincar. Não. Eu sempre fui muito consciente dessa questão da importância do tempo para a criança, tanto é que a única atividade que minha Clarinha, de 3 anos, faz fora da escola é o ballet uma vez na semana, por que ela quis.

Mas sou humana, e como tal, muitas vezes erro feio. E um dia desses, percebi o quanto eu estava apressando minha filha, impondo meus ritmos já corrompidos pelo mundo aos seus ritmos, tão puros e naturais.

Foi assim…

Quando a aula dela acabou, ficamos um tempo lá resolvendo umas pendências e eu estava me sentindo muito angustiada, atrasada, juntando as coisas do ballet da Clara para colocar na mochila, já pensando no horário apertado, no almoço que ainda teria de preparar, no lanche que teria que colocar na lancheira, no banho que teria que dar nela para que entrasse fresquinha na escola a uma da tarde. E já eram quase 11h.

Enquanto juntava as coisas, já pensando em toda a logística do “como farei para encaixar tantas coisas em tão pouco tempo sozinha” eu pedi à Clara: “Filha, tire a sapatilha e coloque seu sapato”.

Ela não me deu ouvidos. Continuou girando, bailando, fazendo sua saia rodopiar. Mesmo ela podendo ela mesma fazer isso, pensando em ir mais rápido fui até ela, arranquei a sapatilha e coloquei o sapato. A peguei pela mãozinha e disse: “Vamos”. Na outra mãozinha, uma garrafinha de água.

No caminho de volta para o carro, ela parou para tomar sua água. Pediu sua bolachinha que estava na bolsa.

Aquilo me fez de alguma forma surtar por dentro. Estávamos atrasadas. Verbalizei isso: “Filha, te dou no carro, estamos atrasadas”. Ela abaixou a cabeça, continuou andando: “Mas eu queria agora!”.

Fiz prevalecer minha vontade. Dei no carro a bolachinha e la, já instalada na cadeirinha, ela tomou sua agua e lanchou. Consegui, como diariamente consigo, dar conta de tudo até o horário em que a levei cheirosinha para a escola. Quando a entreguei, um vazio me consumiu.

EU FIZERA DUAS COISAS QUE DEPOIS, AVALIANDO COM CALMA, CONSIDEREI HORRÍVEIS:

Primeiro: Eu fiquei fazendo por ela tudo o que ela poderia fazer sozinha, por pressa. Isso é muito ruim para o desenvolvimento dela e também para a sua auto-confiança. Como ela vai se sentir competente colocando seus sapatos se eu sempre vou até lá para calça-los mais rapidamente? Pode parecer uma enorme besteira o exemplo dos sapatos, mas leve essa lógica adiante: se tudo o que nossos filhos fizerem a gente tente ir até lá para apressar, eles nunca se sentirão competentes. Péssimo para a auto-estima. Além disso, crianças que vivem sob pressão, sem respeito aos próprios ritmos, tem muito mais dificuldades em serem independentes e criativas.

Segundo: Não é nenhuma novidade dizer que o tempo da criança nem sempre é o mesmo nosso. Do relógio. O tempo, ou ainda, o RITMO infantil não é como o nosso. Eu sou adulta, vivo com pressa, pois estou intoxicada por uma vida corrida. Mas a vida de uma criança de três anos não pode – e nem deve – estar contaminada com essa ansiedade mundana que sim, um dia ela vivenciará, mas que presente na vida dela hoje, não trará beneficio algum, muito pelo contrário.

Quando não respeitamos o RITMO da criança, assim como citei no numero 1, ela se sente menos rápida, capaz, esperta, e vai anulando, dessa forma, o valioso sentido da vagarosidade infantil: a genuína capacidade de serem pequenos cientistas natos, onde observam, se interessam, exploram, questionam, descobrem e desfrutam dessa descoberta de mundo toda delas.

Se Clara demora para calçar seus sapatos, é por que ela como criança precisa desse tempo. Enquanto ela calça, ela experimenta o formato de seus pés encaixando-se no calçado, verifica a melhor forma de encaixe, qual pertence a qual pé, verifica a melhor forma de fechar… Nada no ritmo infantil está contaminado com a pressa que coloca os adultos no automático, fazendo com que façamos, inclusive, muitas coisas sem que sequer pensemos o porque estamos fazendo daquela forma.

Enfim, aquilo me consumiu. Refleti muito e, quando fui pegar Clarinha na escola, a abracei forte e deixei que fizesse tudo no seu ritmo. Desde pegar a mochila, até entrar vagarosamente no carro, encaixando-se em sua cadeirinha. Enquanto ela fazia tudo no tempo dela, me olhava… No olhar, aquele questionamento, esperando se ela poderia fazer as coisas em seu ritmo. Apenas sorri. O sorriso tem o poder de dizer: “vai milha filha, faz no seu tempo, está tudo bem”.

Revendo meus ritmos, para respeitar os dela. O ritmo intrínseco da infância. Afinal, a pressa é toda minha e é absurdo jogar esse peso para ela tão cedo!
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Marrie Ometto
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Fonte: Mamãe Plugada

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