sábado, 9 de setembro de 2017

Por que você se auto-sabota?


Publicado por Fatima dos Anjos em 7 setembro 2017 às 23:22 em O PODER DA MENTEBack to O PODER DA MENTE Discussions

Por que você se auto-sabota? UMA VISÃO QUÂNTICA E EPIGENÉTICA
By Prof. Horácio Frazão.

Segundo a psicologia cognitiva 98% dos obstáculos são projeções da mente, 2% são desafios que fomentam a criatividade. Sendo assim, vida é um campo de possibilidades para você ser feliz e não um campo de batalha.

Os obstáculos e o medo só estão em sua cabeça. Há uma lei biológica simples e direta que embasa todo o funcionamento do seu cérebro, logo sua fisiologia: auto-preservação. Tudo aquilo que a partir da sua percepção é encarado como risco ou ameaça, levará o seu sistema a reagir para te proteger do "perigo" ou "ameaça".

O curioso é que boa parte do tempo você não tem um tigre correndo atrás de você ou alguma ameaça concreta colocando a sua vida em risco. Certo?

No entanto, você cria ficções, dramas mentais que o colocam em uma resposta de luta ou fuga. Uma reação típica de estresse. Quando isso acontece, seu sistema recruta toda a energia e química necessária para te proteger da ameaça e você começa a lutar contra a sua própria cabeça ou fugir dela, sentindo medo. O problema é que você pode sem se dar conta, associar ameaça a uma ideia ligada a algo que você gostaria muito de manifestar.

Por exemplo, pense em ter dinheiro agora? Esta ideia ativa que tipo de pensamento e sentimento? "Nossa, preciso pagar aquela dívida" "Não tenho dinheiro, como vai ser o final de ano"? "Que droga! Preciso de dinheiro". Percebe? Se ao pensar em dinheiro você se sentir estressado, seu sistema passará a interpretar esta ideia como perigo e tentará combater e lhe defender do dinheiro. Isto irá movimentar uma estrutura muito forte e criará o efeito da auto-sabotagem. Quanticamente sua realidade financeira ficará na mesma e será re-editada para o pior.

A menos que você comece conscientemente a pensar em dinheiro de forma prazerosa e nas possibilidades incríveis que ele proporciona. Se você fizer isso, seu sistema irá entender que tal pensamento não é ameaça e, sim, uma fonte de prazer, pois relaxa você. Nessas horas o seu cérebro, ao invés de produzir uma química de estresse, produzirá uma química de felicidade e acionará o seu sistema de recompensa. Fluirá por você dopamina, anandamida, serotonina, endorfina, ocitocina e outros neurotransmissores que o farão lhe sentir muito bem em relação aquela ideia. Esta é a chave.
Estamos criando interferências epigenéticas o tempo todo, isto é, a forma como percebemos o meio, interfere diretamente na resposta em nível neuroquímico e celular.

Faça o seguinte daqui para frente: Relaxe o seu corpo, pense em algo que lhe causa apreciação, pode ser o céu estrelado, o mar, uma cena bonita, conecte-se com este sentimento e depois, com o seu corpo e mente bem relaxado, ensine o seu corpo a gostar da possibilidade que você quer colapsar. Pense nela, mas com um sentimento de serenidade e bem-estar, mantendo o seu corpo relaxado.
Faça isso regularmente. Isto é tudo que você precisa para eliminar o efeito da auto-sabotagem e manifestar uma nova realidade. Lembre-se, se você estiver no modo de combate, todo o universo entrará em combate com você. Mas se assumir uma postura serena e aberta, o universo de possibilidades se abrirá para você. Pois você é o grande observador do seu mundo.
Pense-nisso!!!!

PAZ & CONSCIÊNCIA

domingo, 27 de agosto de 2017

Livre da Culpa


Publicado por Fatima dos Anjos em 27 agosto 2017 às 16:25 em MENSAGENS DOS MESTRESBack to MENSAGENS DOS MESTRES Discussions

Livre da Culpa

Existem padrões para a perfeição em seu planeta Terra que têm atormentado a Humanidade desde o início dos tempos. Você se sente bem sucedido se a sua vida segue da maneira que a sociedade acha que deveria. Você se sente belo se corresponde a alguma imagem caprichosa “sem rugas”. Você se sente bem em relação a si mesmo quando reconhecido e amado pelos outros, e se sente inferior quando abandonado ou criticado.

É apenas o condicionamento humano que o priva de seu estado natural de alegria e o faz se sentir menos do que o Divino.

Aos nossos olhos, você é perfeito, exatamente como você é.

Quando você veio à Terra como um bebê, você sabia que era perfeito. Você se amava. Você chorava quando era necessário. Você ria quando algo era divertido, sem se preocupar em ser “socialmente correto”. Você não tinha um pingo de culpa em buscar o que o fascinava. Você vivia de forma autêntica.

E, então, como você diz, a vida aconteceu. Você ficou condicionado pelos outros. Você começou a se sentir culpado quando o seu eu autêntico não mais se equiparava ao que os outros queriam, ou esperavam de você. Você foi treinado a se conformar, a ser “bem sucedido” e a “agradar”.

Mas lá no íntimo, entretanto, um fogo do Amor Divino (amor próprio) queima dentro de você. Se ele esteve oculto tão fortemente que o esforço absoluto de negar a sua verdade resultou em depressão, se ele surge com ímpeto na raiva, quando sufocado por muito tempo, ou se ele queima calorosamente… está sempre lá. Ele não pode ser extinguido. É quem você realmente é.

Uma rosa não se sente culpada pelos seus espinhos. Um rio não pede desculpas por esculpir um canal através da pedra. O sol não assume a responsabilidade por nada além de brilhar, ainda que as nuvens possam obscurecer a sua luz. Toda a natureza sabe que o seu único dever é ser o que é em um determinado momento. Isto é tudo o que lhe é pedido.

Não se desculpe, querido, por ser quem você realmente é. Não se preocupe com a quem você agrada, ou se é ou não um “sucesso” aos olhos do mundo. Não mude para se “encaixar” ao que os outros esperam. Não permita que a culpa o prive de sua alegria natural.

Você já é “suficientemente bom”. Você já se “encaixa” perfeitamente neste lindo enigma da vida. Se você teve o menor pensamento amoroso em relação a si mesmo ou o outro, você foi bem sucedido hoje. Se você amou, aos nossos olhos, você não viveu em vão.

Aos nossos olhos, você é perfeito. Aos nossos olhos, você não pode falhar.

Deus o abençoe. Nós o amamos muito.

Os Anjos

Conheça as 6 regras do amor, na visão de Buda:


Publicado por Fatima dos Anjos em 27 agosto 2017 às 17:18 em CHAMA TRINABack to CHAMA TRINA Discussions

Conheça as 6 regras do amor, na visão de Buda:

Buda foi um filósofo, psicólogo e líder espiritual. Ele foi a revolução de sua época. Indo contra o conformismo tradicional, Buda revolucionou a forma de pensamento das pessoas, e até hoje é admirado e serve de referência para aqueles que buscam iluminação e um modo mais sábio de ser.

Buda ensina a humanidade grandes lições sobre todas as áreas da vida, mas neste artigo, vamos focar em seus ensinamentos sobre o amor.

De acordo com o grande mestre, existem 6 regras do amor. Confira abaixo quais são elas:
1. “Se você realmente amar a si mesmo, não será capaz de machucar outro.”
Somente quando amamos a nós mesmos, podemos encontrar esse amor refletido nos olhos de outra pessoa. Quando nós percebemos que estamos conectados espiritualmente a todos os outros e que todos somos amor, podemos ter a iluminação necessária para nos dedicarmos a outras pessoas, com todo o nosso ser.

2. “A paz vem de dentro. Não tente procurá-la em outro lugar.”
Quando tentamos procurar a paz fora de nós mesmos, nós nos decepcionamos, esse é um dos ensinamentos de Buda. Ele justifica isso mostrando que tudo ao nosso redor, todo o prazer que as coisas externas nos proporcionam é efêmero. Por isso, de acordo com o mestre Buda, precisamos encontrar a verdadeira paz, aquela que não passa rapidamente, e ela existe dentro de nós mesmos. É essa paz que nos permite realmente nos dedicarmos a um relacionamento edificante.

3. “Ame o mundo inteiro como uma mãe ama seu único filho.”
Imagine como seria o mundo se todos nós nos preocupássemos e amássemos a todos, assim como fazemos com nossas famílias?! Somos todos um, e todo ser humano é merecedor de nosso amor, não apenas aqueles que estão próximos a nós. O egoísmo e a falta de amor que criamos ao longo dos anos é o motivo pelo qual nossa sociedade encontra-se doente. Precisamos de mais amor, de mais cuidado. Essa é a chave para um mundo realmente iluminado.

4. “Qualquer palavra que pronunciamos deve ser escolhida com cuidado, pois as pessoas as ouvirão e serão influenciadas por elas, para o bem ou para o mal.”
As palavras que saem de nossas bocas devem sempre ter um objetivo positivo, edificar a vida de alguém. Tudo o que falamos influencia as pessoas ao nosso redor, e nossa missão é nos tornarmos as melhores pessoas que pudermos ser, e ajudarmos os outros a fazer o mesmo. Lembre-se de que é muito fácil dizer algo quando está tomado pela raiva, mas tentar reparar um relacionamento afetado por palavras duras é muito difícil. Semeie o amor através de suas palavras e você receberá mais do mesmo em sua vida.

5. “O ódio não para o ódio nunca. Somente o amor pode parar o ódio. Esta é uma lei imutável.”
Muitas vezes, quando alguém é duro e ruim conosco, nossa tendência é sentir raiva dessa pessoa. Por mais que seja uma reação natural, não é a nossa única opção. Sempre podemos optar por abordar as situações ruins com amor e calma. Por mais que seja difícil e exija um trabalho interno, é bem melhor do que a raiva. Além de causar danos irreparáveis ​​a um relacionamento, a raiva não faz nada para resolver a situação. Seja a diferença, mostre através de seu exemplo que as coisas têm mais de uma solução, foque no amor, pode ter certeza que ele não lhe fará mal algum.

6. “A felicidade nunca virá para aqueles que não conseguem apreciar o que já têm…”
Se não conseguimos encontrar felicidade naquilo que já temos, e em vez disso tentarmos encontrá-la em coisas que estão além do nosso entendimento, é muito improvável que sejamos bem-sucedidos nessa busca. Devemos ser felizes por aquilo que já temos, apenas dessa maneira somos capazes de atrair mais felicidade em nossas vidas. Se vivermos constantemente com a expectativa de encontrarmos algo melhor, podemos perder o que já temos e acabar sozinhos.

Luiza Fletcher - Há três anos escreve para o site O Segredo, um dos maiores portais do Brasil sobre desenvolvimento pessoal.

Humanização, a verdadeira cura

“As qualidades da compaixão, a solidariedade, o altruísmo, a tolerância, a renúncia e até mesmo um sorriso são do âmbito humano por excelência. Também se tange a condição humana quando orientamos nossas vontades e nossas decisões.”
Humanizar é tornar humano, ou seja, criar processos que consiga uma identificação com as características primordiais do estado de SER Humano, aquilo que toca o que existe de único no homem, inerente ao que podemos designar por Reino Humano – Uma série de comportamentos e atitudes signatários específicos da condição humana.

A capacidade de abstração, as representações mentais, a memória sensorial como a lembrança de um perfume, uma paisagem, uma música são exclusividades humanas.

As qualidades da compaixão, a solidariedade, o altruísmo, a tolerância, a renúncia e até mesmo um sorriso são do âmbito humano por excelência.

Também se tange a condição humana quando orientamos nossas vontades e nossas decisões. Para um animal, não existe a liberdade decisória; lhe é vetado a escolha: Suas ações são guiadas pelos instintos e não há um “processo diretor” que pode optar por não matar para saciar seu instinto de fome, por exemplo.

Ao contrário, o ser humano com sua individualidade (EU) pode livremente decidir até por passar fome (como muitos o fazem até para protestar por algo). Trabalha-se essas características nas organizações afim de que funcionários e processos, integralizem ações que objetivem e priorizem o respeito e o incentivo às atitudes e condutas humanizadoras, de modo que,impregnem seus produtos e serviços com essas características, induzindo uma identificação do cliente com uma qualidade que também existe nele.

Se essa atitude é o “mot” da maioria das grandes empresas que fabricam toda sorte de produtos e serviços, o que diríamos das empresas voltadas aos serviços de saúde pública ou privadas? Não seriam essas as principais interessadas em desenvolver esse trabalho de humanização?

A reflexão sobre os significados éticos, morais e políticos das práticas de saúde deveriam ser uma constante nas instituições de ensino nessas áreas, formando desde cedo uma consciência na direção da humanização para a saúde.

A técnica e a consciência formam então um par perfeito na formação da competência do profissional de saúde nesses tempos históricos de mudanças e reconstruções.

Em última análise, em verdade, quando se instala uma doença, poder-se-ia dizer que ocorreu uma “quebra” do processo que mantém o SER (estado) HUMANO.

O retorno à condição humana (re-integrar, tornar inteiro) seria a verdadeira cura. Os profissionais de saúde precisam ser alimentados com conhecimentos e vontade firme, no sentido de promover competente e amorosamente essa religação.

Elaine Marasca Garcia da Costa

Biblioteca virtual de Antroposofia

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Medicina Antroposófica

Leonardo Maia
bibliotecadaantroposofia@antroposofy.com.br



“Anthropos”, em grego, quer dizer homem, e “sofia”, sabedoria. A antroposofia busca, assim, o conhecimento global do homem, valorizando não só o seu aspecto corporal, mas também aquilo que está oculto: a sua vida psíquica
e a sua individualidade.

Antroposofia investiga vida do paciente em busca da cura

Eles são médicos com formação científica e diplomas na parede, mas não estão interessados em ouvir apenas as queixas físicas do paciente. Antes do diagnóstico, eles querem saber tudo sobre você: como vai o trabalho, os relacionamentos familiares e os contatos sociais. Perguntam sobre hábitos, modo de vida, traumas do passado, rompimentos, perdas e frustrações. Querem entender a forma como você se posiciona em relação à vida, ao mundo e aos outros. E, na hora do tratamento, eles recorrem, conforme o caso, a uma série de recursos terapêuticos: medicamentos químicos (alopatia), homeopáticos e fitoterápicos, terapias artísticas (canto, dança, pintura, modelagem), massagens, compressas e até banhos especiais.

Essa fusão de técnicas e conhecimentos é própria da medicina antroposófica, especialidade reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina desde 1993. É a medicina convencional ampliada pela antroposofia, ciência espiritual desenvolvida no início do século passado pelo pensador austríaco Rudolf Steiner.

“Anthropos”, em grego, quer dizer homem, e “sofia”, sabedoria. A antroposofia busca, assim, o conhecimento global do homem, valorizando não só o seu aspecto corporal, mas também aquilo que está oculto: a sua vida psíquica e a sua individualidade.

Os médicos antroposóficos partem do princípio de que a doença é um sinal de desequilíbrio interno. Por isso é preciso tratar não só o órgão debilitado, mas as causas que provocaram o desequilíbrio. Essas causas, segundo eles, estão, geralmente, na alma e no espírito do homem. Como alma, os antroposóficos entendem a vida psíquica, a sensibilidade e os processos de empatia e, como espírito, a organização do eu, a autoconsciência.

“Podemos dizer que 90% das doenças crônicas (como alergia, hipertensão, artrite, reumatismo, asma, problemas digestivos e enxaqueca) têm um componente psicossomático”, explica o pediatra Ricardo Ghelman, coordenador do ambulatório de hematoncologia da Sociedade Brasileira de Médicos Antroposóficos, em São Paulo. “Os medicamentos convencionais conseguem suspender o processo da doença. Mas, se você tirar o remédio, volta tudo”, diz ele.

Um exemplo clássico de doença psicossomática é a hipertensão arterial. “Os livros de medicina falam que 80% das causas são de origem essencial, ou seja, de origem desconhecida. Mas o que a gente vê, na prática, é que esses pacientes que não apresentam um problema mais orgânico têm uma tensão de vida. Se você puder tratar um paciente hipertenso com uma terapia artística, como dança, canto ou modelagem, e puder melhorar a qualidade de vida dele, isso terá um impacto muito maior do que a dependência de medicamentos. É claro que um anti-hipertensivo tem indicações, mas, a longo prazo, é importante tratar as causas”, explica Ghelman.

Cura

Na visão antroposófica, as doenças são pequenas crises que surgem justamente para ajudar a pessoa a evoluir, para alertá-la de que é necessário mudar o ritmo diário e harmonizar as diversas áreas de sua vida, como trabalho e lazer. Por isso o processo de cura começa pela busca do conhecimento interno, feito por meio de um levantamento biográfico: o paciente revê as diversas etapas de sua vida para descobrir o que precisa ser redirecionado.

“Na antroposofia, o paciente percebe como a doença se encaixa na história de vida dele e participa do tratamento por meio da mudança de hábitos e comportamentos”, diz a médica Nélida Fontana.

Para ajudar nesse processo de autoconhecimento e cura, os antroposóficos recomendam atividades artísticas e corporais. Essas técnicas estimulam o paciente a entrar em contato com os próprios sentimentos, a se soltar, a descobrir coisas que o agradam ou incomodam e a interagir melhor com o mundo a sua volta.

“Pacientes estressados, esgotados perdem a capacidade de se relacionar consigo mesmos. Mais do que de medicamentos, eles precisam de atividades para reutilizar a criatividade. O som, a cor e o movimento motivam a alma humana” diz Samir Rahme, presidente da Sociedade Brasileira de Médicos Antroposóficos.

A exemplo da medicina comum, a antroposófica pode tratar de qualquer tipo de doença. Mas, em algumas áreas, os resultados são melhores do que em outras. É o caso do tratamento de doenças crônicas e de distúrbios hormonais, principalmente em mulheres que têm tensão pré-menstrual ou estão na fase da menopausa. Outra área de sucesso é a pediátrica.

“O tratamento com remédios homeopáticos na pediatria tem uma resposta mais rápida, porque as crianças têm mais vitalidade e força de autocura”, explica José Roberto Lazzarini, diretor médico do Weleda, laboratório de medicamentos naturais.

Nas doenças em que é preciso um tratamento mais agressivo com medicamentos químicos, como é o caso do câncer, a medicina antroposófica vem sendo usada como terapia coadjuvante, oferecendo alívio para alguns sintomas colaterais, fortalecendo o sistema imunológico e ajudando o paciente a rever seus passos para ter uma vida melhor e mais saudável.

Especialistas

Na Europa, principalmente na Alemanha, na Suíça e na Holanda, a medicina antroposófica é bastante popular. Há até hospitais antroposóficos. No Brasil, o número de profissionais não passa de 300, mas a expectativa da Sociedade Brasileira de Médicos Antroposóficos é que os oito cursos de especialização existentes no país passem a formar cem profissionais por ano. Os cursos, com duração de três anos, estão disponíveis apenas para quem concluiu o curso de medicina.

Onde

A Sociedade Brasileira de Médicos Antroposóficos oferece atendimento com vários especialistas na sua sede, em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo. As consultas custam R$ 40. Lá funciona também um ambulatório gratuito para pacientes com câncer. Tel:(11)5522-4744.

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